Nanno Giganthy por Jorge Mautner
Estou a escrever sobre
Este cancioneiro de poemas.
Nanno Giganthy.
Gema da gema do ovo.
Que são ao mesmo tempo einsteinianamente
algo entre um hai-kai e sonetos de Shakespeare.
Um elétron e uma estrela do mar.
Absolutamente pré-socrático e brasileiríssimo
de cordel da Paraíba. E mestre Zé Ramalho.
Que apenas pensam como faíscas. De paixões.
São embriagantes ilhas de amor e ódio.
Arquipélagos de um eldorado/Amazônica/
futurista e clássica.
Da eterna eternidade, que este
poeta-mago-mestre Nanno Giganthy.
Pois o autor merece dois zeros a mais em páginas de apresentação,
Estou a escrever sobre
Este cancioneiro de poemas.
Nanno Giganthy.
Gema da gema do ovo.
Que são ao mesmo tempo einsteinianamente
algo entre um hai-kai e sonetos de Shakespeare.
Um elétron e uma estrela do mar.
Absolutamente pré-socrático e brasileiríssimo
de cordel da Paraíba. E mestre Zé Ramalho.
Que apenas pensam como faíscas. De paixões.
São embriagantes ilhas de amor e ódio.
Arquipélagos de um eldorado/Amazônica/
futurista e clássica.
Da eterna eternidade, que este
poeta-mago-mestre Nanno Giganthy.
Pois o autor merece dois zeros a mais em páginas de apresentação,
algo como se eu fosse Sartre.
E ele, Jean Genet das Purezas Tropicais.
Já além do Tropicalismo e a dois milímetros
depois do século XXI.
De todos os futurismos
onde a natureza e a indústria se casaram
E passam a lua-de-mel.
Lendo e cantando seus poemas de céu e inferno,
pois é nisto que se aplica aos seus livros.
É a nata da nata.
Pois é o fundo do fundo.
Que vai fundo por submundo.
E super mundo.
Do povo sempre novo de novo.
O helênico de Aristóteles e o pangermânico de Marx.
Seus poemas são delicadíssimos
como o surrealismo de De Cherico
ou a melodia de Mozart.
São poemas que harmonizam
e são para presentear o príncipe ou a princesa.
Que no caso é você, leitor ou leitora.
E sempre com a vibração.
Do mantra sagrado de Ogum.
Ou amém ou axé do axé.
Ou o chute perfeito de Pelé ou Rimbaud.
Castro Alves, John Lennon e Rita Lee.
Bob Dylan.
Seu poema, uma música paralela de megaton.
Do som do Tom de Jobim, o Tom.
E risonha realidade expressionista,
preponderante em sua obra anarquista.
É um poeta.
Cujo lema ou lemas
a meu ver são pela Música e pela Filosofia.
Cheguei a Deus
e vi que tinha chegado ao diabo.
Glauber Rocha e Ray Charles.
E/ou: A carne é triste”.
Mas ouve ó minha alma ?????
Dos marinheiros de Mallarmé.
Sua poética.
É o próprio canto.
Estes marinheiros
Cantam certamente as orgias sagradas.
Com faunos, sacis pererês, sereias.
E sob o olhar vigilante,
De oxum maré, oxossi, ogum,
xangô, yemenjá, Iansã.
E todos os povos ciganos.
De poucos autores posso dizer isto,
E mais:
Ele é um herói das estrelas.
E sua espada de luz,
muito antes do evento-filme
Guerra das Estrelas.
É a somatória demoníaca-divina.
De contos de fadas,
Real-politik-Niezstche-Sade-Freud-Lampião
Pato Donald-Lula-Castro Alves
Gilberto Gil-Caetano Veloso e Olga do Alaketo.
Tem a religiosidade poética no sentido esquiliano.
Da tragédia grega.
Da música imortal na heláde dos mitos de ouro.
Seja a heláde negra da África.
Ou indígena da Amazônia.
Bahia Carioca ou Paulista.
Enfim, estes milhares de Brasis!
Beijos do irmão-parceiro-mano Jorge Mautner.
Apaixonada alma. Calma batucada.
Olorum. Oxum. Ogum.
Poeta-irmão.
Super-star.
Telespectadores-fãs-internautas-iluminados-enfeitiçados
E ele, Jean Genet das Purezas Tropicais.
Já além do Tropicalismo e a dois milímetros
depois do século XXI.
De todos os futurismos
onde a natureza e a indústria se casaram
E passam a lua-de-mel.
Lendo e cantando seus poemas de céu e inferno,
pois é nisto que se aplica aos seus livros.
É a nata da nata.
Pois é o fundo do fundo.
Que vai fundo por submundo.
E super mundo.
Do povo sempre novo de novo.
O helênico de Aristóteles e o pangermânico de Marx.
Seus poemas são delicadíssimos
como o surrealismo de De Cherico
ou a melodia de Mozart.
São poemas que harmonizam
e são para presentear o príncipe ou a princesa.
Que no caso é você, leitor ou leitora.
E sempre com a vibração.
Do mantra sagrado de Ogum.
Ou amém ou axé do axé.
Ou o chute perfeito de Pelé ou Rimbaud.
Castro Alves, John Lennon e Rita Lee.
Bob Dylan.
Seu poema, uma música paralela de megaton.
Do som do Tom de Jobim, o Tom.
E risonha realidade expressionista,
preponderante em sua obra anarquista.
É um poeta.
Cujo lema ou lemas
a meu ver são pela Música e pela Filosofia.
Cheguei a Deus
e vi que tinha chegado ao diabo.
Glauber Rocha e Ray Charles.
E/ou: A carne é triste”.
Mas ouve ó minha alma ?????
Dos marinheiros de Mallarmé.
Sua poética.
É o próprio canto.
Estes marinheiros
Cantam certamente as orgias sagradas.
Com faunos, sacis pererês, sereias.
E sob o olhar vigilante,
De oxum maré, oxossi, ogum,
xangô, yemenjá, Iansã.
E todos os povos ciganos.
De poucos autores posso dizer isto,
E mais:
Ele é um herói das estrelas.
E sua espada de luz,
muito antes do evento-filme
Guerra das Estrelas.
É a somatória demoníaca-divina.
De contos de fadas,
Real-politik-Niezstche-Sade-Freud-Lampião
Pato Donald-Lula-Castro Alves
Gilberto Gil-Caetano Veloso e Olga do Alaketo.
Tem a religiosidade poética no sentido esquiliano.
Da tragédia grega.
Da música imortal na heláde dos mitos de ouro.
Seja a heláde negra da África.
Ou indígena da Amazônia.
Bahia Carioca ou Paulista.
Enfim, estes milhares de Brasis!
Beijos do irmão-parceiro-mano Jorge Mautner.
Apaixonada alma. Calma batucada.
Olorum. Oxum. Ogum.
Poeta-irmão.
Super-star.
Telespectadores-fãs-internautas-iluminados-enfeitiçados
apaixonados-hologramizados-internacionalizados
globalizados.
Tudo por um poeta dando de si.
Faço este prefácio
De fazer babar Sartre lá no céu,
Batendo recorde no guiness.
Na obra de Jean Genet ???
Sem ser ladrão com Genet.
Você roubou os talentos
E ondas telepáticas da criação.
E até quando Nanno Giganthy
Como síntese dialética antiga.
És o contraponto nosso.
E seu valor ainda discriminado,
Pois felizmente você vive no Brasil-mundo-2001
em diante ao Noel Rosa.
A Verdade mora num poço.
Pilatos na Bíblia
é quem nos diz.
E morreu por ter pescoço
o autor da guilhotina de Paris.
Jorge Mautner, 1981.
globalizados.
Tudo por um poeta dando de si.
Faço este prefácio
De fazer babar Sartre lá no céu,
Batendo recorde no guiness.
Na obra de Jean Genet ???
Sem ser ladrão com Genet.
Você roubou os talentos
E ondas telepáticas da criação.
E até quando Nanno Giganthy
Como síntese dialética antiga.
És o contraponto nosso.
E seu valor ainda discriminado,
Pois felizmente você vive no Brasil-mundo-2001
em diante ao Noel Rosa.
A Verdade mora num poço.
Pilatos na Bíblia
é quem nos diz.
E morreu por ter pescoço
o autor da guilhotina de Paris.
Jorge Mautner, 1981.
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